Sentado no banco de jardim
A memória vagueia
Lembro-me do teu corpo nú
Em frente do meu
Os movimentos de vai vém
Os gemidos
A visão do teu rosto de olhos fechados
Sentido o gozo do acto
A humidade
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Poesia Erótica
Em silêncio observo-te
A luz do Sol bate no teu vestido
Vendo-se o teu corpo molhado de suor
Por baixo do teu vestido
Enquanto tratas do teu jardim
Tratas também da minha líbido
Aproximo-me devagar
Vejo os mamilos do teu peito
A deambularem com os teus movimentos
Nós que depois
A luz do Sol bate no teu vestido
Vendo-se o teu corpo molhado de suor
Por baixo do teu vestido
Enquanto tratas do teu jardim
Tratas também da minha líbido
Aproximo-me devagar
Vejo os mamilos do teu peito
A deambularem com os teus movimentos
Nós que depois
Atiçadora
Não consigo
Tu sabes disso
Então abusas
Provocas
O meu corpo não mete
E sinto-me inflar
Estou erecto
Pronto para uma batalha que sei não irá decorrer
És uma atiçadora
Divertes-te torturando
Tu sabes disso
Então abusas
Provocas
O meu corpo não mete
E sinto-me inflar
Estou erecto
Pronto para uma batalha que sei não irá decorrer
És uma atiçadora
Divertes-te torturando
Sedução
Todos os dias tento
Todos os dias meto conversa
Todos os dias brinco
Nada tem resultado
Parece indiferente aos meus ataques
Distante e fria
Não permite avanços
Mas também não recua
Apenas sorri
Hoje surgiu uma nova oportunidade
O visual está diferente
Vestido curto, camisa decotada
Salto alto. Perfume pairava no ar
Estarei a ver bem
Ofereci-me para a ajudar a escolher a fruta
Na altura de a pôr no saco
As nossas mãos tocaram-se
Os seus olhos não se levantaram
Não houve qualquer comentário
Puxei o seu queixo
Olhei-a nos olhos
E depois de um breve momento
Beijámo-nos
Beijámo-nos como se não houvesse amanhã
As minhas mãos percorriam o seu corpo
Pela primeira vez, sentia a firmeza
Do seu peito
Fechei a loja
Depois de nos livramos da roupa
Demos larga aos nossos desejos
Às nossas loucuras
De aparência tão fria
Afinal aquela mulher era bem quente
Tive dificuldade em dar conta do recado
Depois de me ter servido da sua fachada
Ainda quis que lhe tratasse dos fundos
Deu-me mais gozo assistir ao seu gozo
Que propriamente ao meu
Ouvi-la gemer
Apertar-me com força nas horas de maior êxtase
Sentir as suas ancas a movimentarem-se contra o meu corpo
E finalmente ouvi-la gritar quando a última barreira
Foi atingida.
Ricardo Franco
Todos os dias meto conversa
Todos os dias brinco
Nada tem resultado
Parece indiferente aos meus ataques
Distante e fria
Não permite avanços
Mas também não recua
Apenas sorri
Hoje surgiu uma nova oportunidade
O visual está diferente
Vestido curto, camisa decotada
Salto alto. Perfume pairava no ar
Estarei a ver bem
Ofereci-me para a ajudar a escolher a fruta
Na altura de a pôr no saco
As nossas mãos tocaram-se
Os seus olhos não se levantaram
Não houve qualquer comentário
Puxei o seu queixo
Olhei-a nos olhos
E depois de um breve momento
Beijámo-nos
Beijámo-nos como se não houvesse amanhã
As minhas mãos percorriam o seu corpo
Pela primeira vez, sentia a firmeza
Do seu peito
Fechei a loja
Depois de nos livramos da roupa
Demos larga aos nossos desejos
Às nossas loucuras
De aparência tão fria
Afinal aquela mulher era bem quente
Tive dificuldade em dar conta do recado
Depois de me ter servido da sua fachada
Ainda quis que lhe tratasse dos fundos
Deu-me mais gozo assistir ao seu gozo
Que propriamente ao meu
Ouvi-la gemer
Apertar-me com força nas horas de maior êxtase
Sentir as suas ancas a movimentarem-se contra o meu corpo
E finalmente ouvi-la gritar quando a última barreira
Foi atingida.
Ricardo Franco
Poemas eróticos
Dormes a meu lado
O luar ilumina parte do teu rosto
Pareces sorrir
Com que estarás a sonhar?
Será comigo?
A brancura da tua pele
A firmeza dos teus seios
És linda
Amo-te
Ter-te na minha cama
É um sonho realizado
Sou feliz
Ricardo Franco
O luar ilumina parte do teu rosto
Pareces sorrir
Com que estarás a sonhar?
Será comigo?
A brancura da tua pele
A firmeza dos teus seios
És linda
Amo-te
Ter-te na minha cama
É um sonho realizado
Sou feliz
Ricardo Franco
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